Governo quer aumentar acessibilidade à procriação medicamente assistida

Governo quer aumentar acessibilidade à procriação medicamente assistida

Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, 6 janeiro 2017

Secretário de Estado Adjunto e da Saúde

O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde afirmou que o Governo vai tomar medidas para aumentar a acessibilidade à procriação medicamente assistida, durante a discussão da proposta de lei na Assembleia da República.

«Ainda este mês de janeiro será feito um despacho que vai estabelecer locais de recolha adicionais, prever financiamento específico para os bancos de gâmetas para aumentar a sua capacidade, prever uma avaliação sobre os benefícios que os próprios dadores podem ter e propor uma campanha de sensibilização para dadores», disse Fernando Araújo.

O Secretário de Estado referiu que «atualmente a acessibilidade ao banco de gâmetas é limitada», acrescentando que «nos últimos quatro anos não houve investimento sério». Neste momento, apenas Lisboa, Porto e Coimbra têm locais de recolha.

«Queremos aumentar a acessibilidade ao banco de gâmetas e iremos fazer tudo para que tal aconteça», afirmou Fernando Araújo.

As técnicas de procriação medicamente assistida foram alargadas em 2016 a todas as mulheres e a gestação de substituição passou a ser permitida em caso de infertilidade.

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