Programa de saúde de apoio às populações afetadas pelos incêndios «pode durar mais de dois anos»
Programa de saúde de apoio às populações afetadas pelos incêndios «pode durar mais de dois anos»

Reunião do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, com 14 estruturas do Ministério da Saúde, Pedrógão Grande, 4 julho 2017
Pedrógão Grande, 4 julho 2017
O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, afirmou que o programa de saúde de apoio às populações afetadas pelo incêndio de 17 de junho em Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera «pode durar mais de dois anos».
Em Pedrógão Grande, no final de uma reunião com 14 estruturas do Ministério da Saúde, o Secretário de Estado referiu que «esta é uma resposta dinâmica e flexível, disponível para ir às populações mais remotas, às pessoas mais isoladas, de modo a que ninguém fique para trás» e engloba as vertentes da doença orgânica, saúde mental e saúde pública.
As várias etapas previstas no plano de ação estão «programadas, articuladas e coordenadas» e o número de profissionais será o necessário nas várias áreas e especialidades, sendo que no caso da saúde mental pode estender-se para lá do período de dois anos.
«Temos o exemplo da tragédia de Entre-os-Rios, em que na saúde mental foram precisos mais anos de apoio e, portanto, temos de ter a capacidade de ao longo do tempo ir reconhecendo as necessidades», acrescentou.
Foto: Reunião do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, com 14 estruturas do Ministério da Saúde, Pedrógão Grande, 4 julho 2017
