Conselho de Ministros aprova proposta de Estatuto de Antigo Combatente

Proposta de lei concretiza o reconhecimento do Estado aos militares que combateram ao serviço do País

Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, cumprimenta antigos combatentes

Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, cumprimenta antigos combatentes

O Conselho de Ministros aprovou a proposta do Estatuto de Antigo Combatente. A aprovação desta proposta de Lei concretiza o reconhecimento do Estado aos militares que combateram ao serviço do País.

Com esta medida o Estado fornece o enquadramento jurídico aplicável aos Antigos Combatentes e reúne, numa só peça legislativa, o conjunto de direitos consagrados pela Lei aos ex-militares ao longo do tempo.
 
Este diploma prevê a aplicação de instrumentos de apoio económico e social desenvolvidos pela área de Governo da Defesa Nacional com resultados comprovados, designadamente, a Rede Nacional de Apoio, o Plano de Ação para Apoio aos Deficientes Militares e o Centro de Recursos de Stress em Contexto Militar.

Prevê também a criação de novos instrumentos, como o Plano de apoio aos Antigos Combatentes em situação de sem-abrigo para lhes fornecer o envelhecimento digno e acompanhado daqueles que serviram o País em teatros de guerra. 

Unidade Técnica Interministerial e Cartão do Antigo Combatente

O diploma estabelece ainda a criação de uma Unidade Técnica Interministerial para os Antigos Combatentes - que tem como missão coordenar a implementação do Estatuto - assim como o Cartão do Antigo Combatente, um documento pessoal e vitalício que, além do carácter simbólico, constitui um instrumento de simplificação do acesso a direitos sociais e económicos consagrados na legislação portuguesa.
 
O Estatuto de Antigo Combatente define ainda o 11 de novembro – data do armistício que pôs fim à Primeira Guerra Mundial - como o Dia Nacional do Antigo Combatente.