Ministro da Defesa Nacional participa na demonstração do novo sistema de drones do Exército
Sistema dará às Forças Nacionais Destacadas outra capacidade de proteção e recolha de informação para cumprir missões em maior segurança

Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, na apresentação dos novos sistemas aéreos não tripulados, Vendas Novas, 23 julho 2019
Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, na apresentação dos novos sistemas aéreos não tripulados, Vendas Novas, 23 julho 2019
O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, destacou a importância dos novos sistemas aéreos não tripulados (Mini-UAV’s Raven), apresentados no Regimento de Artilharia n.º 5, em Vendas Novas.
Este sistema dará «às Forças Nacionais Destacadas, em diversas partes do mundo, uma outra capacidade para se protegerem, para recolher informação, para cumprirem as suas missões em maior segurança, com mais rapidez e conhecimento do terreno», sublinhou o Ministro.
Aos militares da 6ª Força Nacional Destacada em aprontamento para a República Centro Africana (RCA) e que vão empregar o novo sistema pela primeira vez, o Ministro da Defesa Nacional disse que a capacidade de cumprir as missões atribuídas no âmbito das Nações Unidas (MINUSCA) será melhor com a utilização destas aeronaves não tripuladas e felicitou «todos os responsáveis por trazerem esta nova capacidade para as Forças Armadas Portuguesas», desejando «sucesso no aprontamento e uma excelente missão na República Centro Africana» a todos os militares que integram o contingente.
A demonstração dos Mini Unmanned Aerial Vehicle (UAV) Raven B Digital Data-Link, que decorreu em Vendas Novas, expôs as principais caraterísticas e possibilidades do equipamento, concretizando um objetivo da Lei de Programação Militar de 2015 para o Exército Português.
Os doze Mini UAV Raven B Digital Data-Link foram adquiridos através da NATO Support and Procurement Agency (NSPA), cada um contemplando três UAV, a estação de controlo terrestre e diversos sistemas de obtenção de imagens em tempo real e através de infravermelhos em ambientes de baixa visibilidade, o que concretiza uma necessidade crucial para a componente terrestre do Sistema de Forças nacional, integrando a capacidade de informações, vigilância, aquisição de objetivos e reconhecimento terrestre (ISTAR).
