Intervenção do Ministro da Administração Interna na inauguração do posto territorial da GNR de Salvaterra de Magos

Este Posto de Salvaterra de Magos, que passou pela reabilitação de uma antiga escola que durante décadas serviu a comunidade e aqui renasce ganhando uma nova vida, passa a ser um espaço de afirmação da segurança, da coesão territorial, da ligação da Guarda Nacional Republicana a esta comunidade e é um exemplo daquele que é o papel único da GNR no nosso país.

A GNR é uma força militar de características muito especiais, presente em cerca de 600 locais do país. Em todos os concelhos, designadamente nos chamados concelhos de áreas de baixa densidade, muitas vezes até ao nível da freguesia, tem uma dimensão de proximidade com os portugueses que é reconhecida por todos.

E este ano tão especial, tão inesperado, tão único que estamos a viver, marcado desde março pela resposta à pandemia, mostrou também a capacidade da GNR de, sem deixar de cumprir exemplarmente todas as suas missões habituais - da prevenção dos incêndios florestais à defesa da segurança das populações -, acrescentar a capacidade de resposta própria, específica, no quadro da pandemia.

Deu também a garantia de que em diálogo, em pedagogia, fundamentalmente assente na sensibilização, o Estado de Emergência ou outras situações excecionais que desde março temos vivido seja marcado pelo respeito pelos direitos fundamentais.

Em segundo lugar, revelou a forma como a GNR, aqui em Salvaterra de Magos como em todo o país, teve uma atuação de extrema proximidade com aqueles que são mais frágeis em Portugal, os idosos abandonados, concluindo o novo Censo Sénior que identificou mais de 40 mil idosos em situação de isolamento e que têm, na GNR, uma voz amiga, uma voz próxima, para os ajudar.

Leia a intervenção na íntegra em anexo.