Este é o Orçamento do Estado com «o maior investimento social de sempre»
A Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, afirmou esta segunda-feira que o Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) é «claramente um orçamento de esquerda» que prevê «o maior investimento social de sempre», com um acréscimo de despesas de 949 milhões de euros face a 2021 (excluindo medidas Covid). Trata-se de um aumento da despesa de 7 mil milhões de euros face a 2015 (ou +29%).
Ana Mendes Godinho falava em audição sobre o OE2022 na Assembleia da República, onde referiu também que o documento resultou de «intensas evoluções face à proposta inicial». A Ministra destacou também o facto de este ser «um orçamento virado para as famílias» e que assume «o combate à pobreza como prioridade estratégica do País». O apoio aos idosos e o «reforço das respostas às pessoas com deficiência» são outras das áreas de destaque no Orçamento.
Relativamente ao apoio ao emprego e à formação e reconversão de trabalhadores, a Ministra referiu que a proposta do OE2022 prevê uma verba de «793 milhões de transferências para políticas de emprego e formação profissional», que é o «valor mais alto de sempre». Sobre a agenda do trabalho, digno Ana Mendes Godinho disse que o Governo apostou, decisiva e estruturalmente, «nas questões do Trabalho, do combate à precariedade e da promoção da negociação coletiva».
«Este é um Orçamento que aposta no crescimento, no investimento social e no combate às desigualdades para garantir futuro; um Orçamento que reforça um Estado Social justo e solidário, que é para todas as gerações e não apenas para o curto prazo», disse ainda.
A Ministra referiu-se ainda ao OE2022 como «um orçamento de progresso», de «avanço» e de «conquistas» e, também, como «um orçamento justo e equilibrado, com políticas sociais que promovam igualdade e valorizem o fator trabalho, com um estado social forte e com futuro que valoriza os jovens, as famílias, os mais velhos e assume o combate à pobreza como uma prioridade».
«Votar contra este Orçamento é votar contra estes avanços estruturais. É impedir que sejam sequer discutidos nesta Assembleia. Não é o Governo que perde, é o País», concluiu.
