Luto nacional pela morte de Eduardo Lourenço

Professor, filósofo, escritor, crítico literário, ensaísta, Eduardo Lourenço foi, pela sua obra e pela sua vida, figura nacional, europeia e universal

Primeiro-Ministro António Costa com o professor, filósofo, escritor, crítico literário e ensaísta, Eduardo Lourenço

Primeiro-Ministro António Costa com o professor, filósofo, escritor, crítico literário e ensaísta, Eduardo Lourenço

O Conselho de Ministros determinou luto nacional no dia 2 de dezembro pela morte do professor, filósofo, escritor, crítico literário e ensaísta, Eduardo Lourenço (1923-2020).

O Primeiro-Ministro António Costa, numa publicação na sua conta na rede social Twitter, escreveu que sentia «profunda tristeza» pela morte de Eduardo Lourenço, «uma daquelas raras personalidades que conseguem alcançar o privilégio do respeito unânime e da admiração geral».

«Pela sua obra e pela sua vida, pela estatura intelectual e pela exemplaridade moral, constituiu-se como referência e símbolo», sendo «verdadeiramente uma figura nacional, europeia e universal», acrescentou.

A Ministra da Cultura, Graça Fonseca, classificou, em comunicado, Eduardo Lourenço como um «pensador maior da nossa cultura e uma das mentes mais brilhantes de Portugal».