Reabertura das escolas é um «passo importante»
Ministro da Educação reafirmou confiança no trabalho das escolas e na comunidade escolar

Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra, 18 maio 2020
Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra, 18 maio 2020
O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou que a reabertura das escolas é um «passo importante», num momento de desconfinamento, sobretudo para os alunos.
«Era importante que neste esforço de desconfinamento também tivéssemos a abertura das escolas e fizemo-lo com consciência, acima de tudo, mas querendo aumentar os graus de segurança para que a confiança existisse verdadeiramente», disse o Ministro, de visita à Escola Secundária de Santa Maria, em Sintra.
Depois de passar por quatro aulas, onde conversou com alunos e professores, Tiago Brandão Rodrigues elogiou o trabalho desta escola: «Recebemos por parte da direção um sinal de confiança, de segurança, mas, acima de tudo, vimos em cada uma das salas de aula em que entrámos como os alunos e os professores mostraram que era importante voltarem a estar juntos», disse ainda.
O Ministro referiu que este primeiro dia será, sobretudo, importante para as escolas testarem a eficácia dos seus planos e fazerem as alterações que, eventualmente, venham a ser necessárias.
«Hoje é o primeiro dia de todo este novo procedimento. As escolas também sabem que este é um dia importante para poderem adaptar-se, para poderem testar tudo aquilo que tinham testado teoricamente e para poderem, acima de tudo, preparar-se para os dias vindouros», sublinhou.
Ministro reafirma confiança na comunidade escolar
Tiago Brandão Rodrigues reafirmou ainda a confiança no trabalho das escolas e na comunidade escolar, que inclui não só diretores, docentes e não docentes, mas também alunos que «são naturalmente exigentes».
Até ao final do 3.º período - que este ano termina mais tarde, a 26 de junho, devido à pandemia da covid-19 - regressam às aulas presenciais alunos do 11.º e 12.º anos, os quais deverão cumprir os planos de segurança que as escolas definiram com base nas orientações do Ministério da Educação e da Direção-Geral da Saúde.
Segundo o Ministro, «estar indefinidamente em casa não era uma solução» e o regresso destes alunos era particularmente importante, por muito bem que esteja a funcionar o ensino a distância.
