Intervenção da Ministra da Defesa Nacional no encerramento da conferência «A integração da perspetiva de género nas Forças Armadas e nas Operações Militares – Uma visão de futuro»

Vemos a importância desta integração da dimensão de género no Afeganistão, no Sahel, na Colômbia e vemo-la também na guerra da Ucrânia. Como todas as operações militares, os seus efeitos fazem-se sentir de forma diferenciada em mulheres, homens e crianças.

Dos quase 15 milhões de pessoas deslocadas, 90% são mulheres e crianças. Há evidências crescentes de que a violência sexual está a ser usada como tática de guerra.

De um lado, vemos homens a ter de lutar pelo seu país, mas falamos pouco sobre o impacto naqueles que ficaram para trás – maridos, pais, filhos. Muitas mulheres nunca mais os verão. Muitas crianças ucranianas nunca conhecerão os seus pais.

Por outro lado, as mulheres ucranianas estão também na linha de frente, servindo nas forças armadas como voluntárias e organizações da sociedade civil lideradas por mulheres apoiam continuamente o esforço de guerra.

Leia a intervenção na íntegra