128 casas de renda acessível entregues em Lisboa
Investimento financiado a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência

Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, Secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, e Presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, na entrega de 128 casas do Programa de Renda Acessível, Lisboa, 25 julho 2022
Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, Secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, e Presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, na entrega de 128 casas do Programa de Renda Acessível, Lisboa, 25 julho 2022
O Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, esteve na entrega de 128 casas do Programa de Renda Acessível, em Lisboa, enquadrado no programa 1.º Direito e financiado a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Acompanhado da Secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, e numa cerimónia que contou com o Presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, Pedro Nuno Santos, afirmou que o PRR «é para dar resposta às necessidades concretas do nosso povo» e não serve para «engordar o Estado».
As casas entregues pela Câmara de Lisboa são um exemplo claro do que o Governo está a fazer com as verbas deste programa de fundos europeus, permitindo «concretizar o sonho» de famílias e jovens que procuram «um espaço digno» para viver.
O Ministro referiu o trabalho conjunto que tem sido feito no sector da Habitação, ressalvando que é preciso «ter a consciência que, se há 128 famílias que vão ocupar este edifício e dar-lhe vida, são ainda muitas mais aquelas que estão ainda com dificuldade em aceder à habitação».
«Não há balas de prata e o trabalho que estamos a fazer, não temos a menor dúvida que a reabilitação, a construção, a aquisição, o alargamento do parque público de habitação é central num país que não tem quase oferta pública de habitação», declarou o Ministro.
E porque as respostas públicas demoram, Pedro Nuno Santos diz que é preciso «equacionar, cada vez mais, a intervenção no mercado».
Estas casas em Lisboa integram a intervenção de habitação em renda acessível desenvolvida no âmbito do loteamento das Forças Armadas, num edifício constituído pelos blocos 4a e 4b, estando em construção os blocos 5 e 9, e em fase de concurso o bloco 7, operação que inclui um edifício destinado a estacionamento e uma área de equipamentos sociais e espaço público envolvente.
As 128 casas atribuídas contemplam opções de sustentabilidade energética, desde logo pela instalação de painéis fotovoltaicos para produção de energia que será utilizada para os espaços comuns do edifício e aquecimento da água.
