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2022-07-16 1417

Período de adesão à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea arranca em setembro

A Rede Portuguesa de Arte Contemporânea acaba de dar um passo importante: o Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, assinou o despacho que regulamenta o processo de adesão, permitindo às entidades interessadas solicitar a adesão à Rede já a partir de setembro de 2022, através de uma plataforma disponibilizada pela Direção-Geral das Artes.

A Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, criada em 2021 através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 50/2021 de 11 de maio, vê agora definidos os requisitos que as entidades aderentes devem cumprir, entre os quais: 

  • Ter na sua missão a promoção de atividades de valorização e dinamização da arte contemporânea;
  • Assegurar um acesso público regular;
  • Promover atividades de mediação de públicos;
  • Promover uma programação cultural própria
  • Assegurar que a atividade principal não é de natureza lucrativa
 
Pedro Adão e Silva irá estar presente na celebração dos 15 anos do Museu de Arte Contemporânea de Elvas, onde fará uma declaração pública sobre este tema.
 
A Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC)
 
A RPAC surge da vontade de priorizar uma política cultural sustentada e de proximidade, tendo em vista a promoção da descentralização territorial. Pretende ser uma plataforma de referência na dinamização da arte contemporânea portuguesa, apoiando a atividade dos espaços que se dedicam à arte contemporânea assim como artistas, curadores, criadores, dinamizadores públicos ou privados. 
 
Enquanto nova política pública na área da cultura, a RPAC tem como objetivo fomentar a circulação das diferentes obras e coleções públicas e privadas existentes em Portugal, contribuindo para a sua fruição por parte dos cidadãos. 
 
Mais informações sobre a RPAC aqui.