Linha do Oeste reabre no troço entre Torres Vedras e Caldas da Rainha, encerrado após a tempestade Kristin
Comunicado do Ministério das Infraestruturas e Habitação
• Reabertura faseada disponibiliza a partir de 15 de novembro percurso de 41 quilómetros
• Troço entre Louriçal e Figueira da Foz reabriu a 23 de fevereiro, e Caldas da Rainha ao Louriçal a 16 de março
• Mantém-se a suspensão do troço entre Mira Sintra-Meleças e Torres Vedras
"Das estradas à ferrovia, o país reergue-se. São trabalhos longos, mas conseguimos repor a normalidade”
O troço da Linha do Oeste entre Torres Vedras e as Caldas da Rainha, encerrado desde 28 de janeiro, no contexto da tempestade Kristin, reabre no próximo dia 15 de novembro à circulação, na sequência da conclusão dos trabalhos de recuperação da infraestrutura ferroviária severamente afetada.
Os trabalhos levados a cabo pela Infraestruturas de Portugal, IP, implicaram a realização de trabalhos de estabilização de taludes, recuperação da plataforma ferroviária nas zonas afetadas e reposição da via, complementados pelas verificações técnicas e de segurança necessárias à retoma da circulação.
No dia 23 de fevereiro foi concluída a intervenção no troço entre o Louriçal e a Figueira da Foz, com cerca de 24 km de extensão. Menos de um mês depois, no dia 16 de março, foi reaberto o troço entre as Caldas da Rainha e o Louriçal, com uma extensão de 86 km, cumprindo-se a reabertura faseada, como planeado, sempre que repostas as condições de circulação.
Permanece suspensa a circulação entre Mira Sintra-Meleças e Torres Vedras. continuando a ser assegurado o transporte rodoviário de substituição neste troço. Os horários deste serviço serão ajustados para garantir a articulação com os horários dos comboios e a continuidade das deslocações dos passageiros.
O impacto das tempestades que assolaram o país no início deste ano deixaram um rasto de destruição em infraestruturas que ainda importa recuperar: "Das estradas à ferrovia, o país reergue-se. São trabalhos longos, mas com a colaboração de todos, desde o poder central às autarquias e privados, e com grande mérito das equipas da Infraestruturas de Portugal a quem temos de agradecer o empenho, conseguimos repor a normalidade. E só podemos baixar os braços quando todos os trabalhos ainda em curso forem ultimados”, lembra o Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.