Linha do Algarve inicia operação elétrica com mais oferta e conforto

• Viagens de Lagos a Vila Real de Santo António eliminam transbordos em Faro
• Aumento de 18% de cerca de oferta regional
• Modernização da Linha é um contributo para o objetivo de descarbonização
 
Eletrificação integral da Linha envolveu investimento de 45 milhões de euros
A Linha do Algarve vai iniciar amanhã, domingo, a operação integralmente elétrica, o que permitirá ter viagens mais rápidas, eliminar transbordos, e, com a reafectação de automotoras, reforçar a oferta comercial nas Linhas do Oeste e Alentejo.
 
A eletrificação da Linha e a substituição das automotoras a diesel trazem melhorias significativas para os passageiros entre as quais se destacam:
 
• Aumento de cerca de 18% da oferta regional (mais frequência nas horas de ponta)
• Ligações diretas entre Lagos e Vila Real de Santo António, reduzindo a necessidade de transbordos
• Unidades elétricas com mais capacidade (passa de 388 lugares para 536 – em pé e sentados) e com melhores acessibilidades
• Reforço das ligações entre os principais centros urbanos do Algarve e articulação com os serviços de Longo Curso.
 
Com um investimento de 45 milhões de euros, a modernização da Linha, a cargo da Infraestruturas de Portugal, tem impacto direto positivo na mobilidade quotidiana das populações locais e também na principal atividade económica da região, o turismo.
 
Após a eletrificação da Linha do Algarve e a entrada em funcionamento dos comboios elétricos, a CP- Comboios de Portugal irá reafectar as automotoras a diesel às Linhas do Oeste e Alentejo, o que representará um reforço da oferta nos dois traçados. 
 
O investimento na Linha do Algarve permite reduzir as emissões poluentes e contribuir para os objetivos nacionais de descarbonização do setor dos transportes públicos. 
 
O atual Governo concretizou a maior aquisição de material circulante, deu os primeiros passos na Alta Velocidade e está a preparar a CP para o futuro.
 
O atual Governo concretizou a maior aquisição de material circulante, deu os primeiros passos na Alta Velocidade e está a preparar a CP para o futuro.
 
“O investimento em ferrovia e material circulante são estratégicos para o país: aliam crescimento económico, coesão territorial e sustentabilidade ambiental. É nessa linha que o Governo continua a trabalhar, preparando Portugal para uma mobilidade mais moderna, competitiva e sustentável”, afirmou o Ministro das Infraestruturas e Habitação Miguel Pinto Luz.

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