Nota à imprensa
Em comunicado hoje tornado público, a empresa NTG confirmou o que, relacionado com a mesma, vinha sendo afirmado pelo Ministério da Defesa Nacional, relativamente ao processo de investimento em 3 Fragatas FREMM EVO, com recurso ao SAFE.
Como se afirma neste comunicado:
- “A NTG não integrou a equipa formal de negociação intergovernamental, nem participou nas reuniões finais conduzidas diretamente entre os Estados português e Italiano, nem foi afastada pelo governo das mesmas.” (Ponto 3);
- “A NTG não reclama, nem reclamou, qualquer pagamento ao Estado português. (…) (Ponto 6); e
- A NTG afirma “respeito institucional perante o Governo português, a Marinha Portuguesa e todas as entidades envolvidas. (Ponto 7)
Como afirmado permanentemente pelo Ministério da Defesa Nacional, no que respeita a este investimento, os contactos e negociações só acontecem a nível dos Estados de Portugal e Itália e apenas ao nível das Direcções-gerais de armamento dos 2 países, sem intervenção da tutela política.
O Ministério da Defesa Nacional lamenta e deplora todas as afirmações e imputações falsas feitas nos últimos dias a este propósito, nomeadamente sobre um afastamento da empresa determinado pelo Ministério e alusões destino de comissões, mais esperando, em consequência, em nome da verdade e da decência, a retratação de todos quantos as proferiram.
Como se afirma neste comunicado:
- “A NTG não integrou a equipa formal de negociação intergovernamental, nem participou nas reuniões finais conduzidas diretamente entre os Estados português e Italiano, nem foi afastada pelo governo das mesmas.” (Ponto 3);
- “A NTG não reclama, nem reclamou, qualquer pagamento ao Estado português. (…) (Ponto 6); e
- A NTG afirma “respeito institucional perante o Governo português, a Marinha Portuguesa e todas as entidades envolvidas. (Ponto 7)
Como afirmado permanentemente pelo Ministério da Defesa Nacional, no que respeita a este investimento, os contactos e negociações só acontecem a nível dos Estados de Portugal e Itália e apenas ao nível das Direcções-gerais de armamento dos 2 países, sem intervenção da tutela política.
O Ministério da Defesa Nacional lamenta e deplora todas as afirmações e imputações falsas feitas nos últimos dias a este propósito, nomeadamente sobre um afastamento da empresa determinado pelo Ministério e alusões destino de comissões, mais esperando, em consequência, em nome da verdade e da decência, a retratação de todos quantos as proferiram.
