Passe Ferroviário Verde alargado aos serviços urbanos da CP de Lisboa e Porto a partir de amanhã

Comunicado do Ministério das Infraestruturas e Habitação

  • Medida permite poupanças às famílias
  • É um incentivo a usar menos o automóvel
  • Já foram vendidos um milhão e 400 mil passes 

O Passe Ferroviário Verde pode começar a ser utilizado nos serviços urbanos de Lisboa e do Porto da CP – Comboios de Portugal, a partir de amanhã. O alargamento do Passe Ferroviário Verde às linhas urbanas de comboio foi consagrado num diploma que entrou hoje em vigor.

A medida permite poupanças aos passageiros e uma simplificação dos títulos monomodais de transporte em particular para quem se desloca de territórios exteriores às Áreas Metropolitanas do Porto e de Lisboa. 

Por 20 euros mensais, um passageiro pode viajar por todas as linhas da CP, de norte a sul do país, à exceção do Alfa Pendular e Intercidades (1ª Classe), seja em deslocações frequentes para trabalhar, estudar ou em viagens de lazer. 

Nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, os passageiros que se desloquem exclusivamente de comboio podem usar apenas o Passe Ferroviário Verde em vez do passe intermodal Navegante (Lisboa) ou Andante (Porto), o que representa uma redução do custo mensal para metade. 

No caso das deslocações de localidades exteriores à Área Metropolitana do Porto, as poupanças podem ser mais significativas. 

A utilização do Passe Ferroviário Verde nas linhas urbanas da CP em Lisboa e Porto – o seu alargamento à Fertagus está a ser operacionalizado e será anunciado oportunamente – é mais uma medida do Governo para ajudar as famílias e reforçar o transporte sustentável e incentivar a deixar o automóvel em casa. 

Dois anos depois da criação do Passe Ferroviário Verde, os números mostram o sucesso deste título de transporte: desde outubro de 2024 já foram vendidos 1 milhão e 400 mil passes. 

Com um impacto financeiro anual estimado de 1,5 milhões de euros, o alargamento do Passe Ferroviário Verde aos serviços urbanos de comboio insere-se numa política de mobilidade em rede integrada e coesa. 

“É um passo decisivo, particularmente neste momento, para o reforço do uso do transporte público sustentável, para a simplificação tarifária e uma aposta clara numa política pública de transportes centrada nas pessoas”, afirma o Ministro das Infraestruturas e Habitação Miguel Pinto Luz.

 

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