Governo apresenta PTRR como resposta estrutural às tempestades e futuras crises
Primeiro-Ministro destaca plano de 22,6 mil milhões de euros até 2034, organizado em três pilares: recuperar, proteger e responder

Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, no debate quinzenal na Assembleia da República, Lisboa, 29 abril 2026 (Gonçalo Borges Dias/GPM)
O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, apresentou o programa Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) como a principal resposta estruturada do Governo ao impacto das tempestades e à necessidade de preparar o país para futuras crises.
Na abertura do debate quinzenal na Assembleia da República, destacou que o plano prevê um investimento global de 22,6 mil milhões de euros até 2034, envolvendo financiamento do Estado, fundos europeus e investimento privado.
O PTRR está organizado em três pilares — recuperar, proteger e responder — e integra 96 medidas, com o objetivo de reforçar a resiliência do país em áreas como infraestruturas, energia, território e serviços essenciais.
Segundo o Primeiro-Ministro, o plano resulta de um amplo processo de concertação nacional, com mais de 900 contributos de instituições públicas e privadas, cidadãos e forças políticas.
“Não se trata apenas de reagir, mas antecipar. Não se trata de manter, mas desenvolver”, afirmou, sublinhando que o objetivo é tornar Portugal “mais seguro, mais robusto e mais preparado” para enfrentar fenómenos extremos e outras disrupções críticas.
Na abertura do debate quinzenal na Assembleia da República, destacou que o plano prevê um investimento global de 22,6 mil milhões de euros até 2034, envolvendo financiamento do Estado, fundos europeus e investimento privado.
O PTRR está organizado em três pilares — recuperar, proteger e responder — e integra 96 medidas, com o objetivo de reforçar a resiliência do país em áreas como infraestruturas, energia, território e serviços essenciais.
Segundo o Primeiro-Ministro, o plano resulta de um amplo processo de concertação nacional, com mais de 900 contributos de instituições públicas e privadas, cidadãos e forças políticas.
“Não se trata apenas de reagir, mas antecipar. Não se trata de manter, mas desenvolver”, afirmou, sublinhando que o objetivo é tornar Portugal “mais seguro, mais robusto e mais preparado” para enfrentar fenómenos extremos e outras disrupções críticas.