Governo decreta situação de alerta em Portugal devido às altas temperaturas

Luís Montenegro apela a que todos sigam as indicações das autoridades

Situação de Alerta
O primeiro-ministro anunciou na rede social X que “devido às altas temperaturas que o País enfrenta, decidimos decretar a situação de alerta. Acompanho a evolução da situação ao detalhe”. 

Tal como Luís Montenegro alerta, “cada um de nós tem a responsabilidade de prevenir e fazer a sua parte”. 

O primeiro-ministro apela ainda a que “todos que respeitem as indicações das autoridades. Todos somos necessários para proteger a nossa comunidade e o nosso território.”

O Governo decretou o estado de alerta em todo o território do Continente entre as 00h00 de sexta-feira, dia 3 de julho, e as 23h59 de segunda-feira, dia 6 de julho.

A declaração decorre da necessidade de adotar medidas preventivas e especiais de reação ao risco de incêndio, previsto pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), em grande parte do território continental.

São implementadas as seguintes medidas de caráter excecional, como a proibição do acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais ou a proibição da utilização de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos. Fica proibida a realização de queimadas e de alguns trabalhos nos espaços florestais e rurais.

A declaração da situação de alerta implica a elevação do grau de prontidão da GNR e da PSP, com reforço de vigilância, fiscalização, patrulhamentos dissuasores de comportamentos e apoio geral às operações de proteção e socorro, bem como o aumento do grau de prontidão e mobilização de equipas de emergência médica, de saúde pública e apoio socia e a mobilização em permanência das equipas de sapadores florestais afetas ao dispositivo de combate.

As medidas decorrentes da declaração da situação de alerta estão disponíveis aqui.