
Primeiro-Ministro Luís Montenegro na consignação da empreitada de construção da EN222/A32/IC2, do Nó de Canedo a Serrinha, Castelo de Paiva, 13 de julho de 2026 (Maria Costa Lopes)
Governo está a fazer investimentos para aproximar as pessoas e dinamizar a economia
O primeiro-ministro assinalou que a variante à EN222 em Castelo de Paiva é um investimento que se traduz em qualidade de vida e bem-estar
O primeiro-ministro presidiu esta segunda-feira à assinatura da consignação da empreitada de construção da EN222/A32/IC2, do Nó de Canedo a Serrinha, uma obra que vai ligar diretamente Castelo de Paiva a Santa Maria da Feira, Gondomar e Penafiel.
Luís Montenegro afirmou que esta é uma obra “importante do ponto de vista da proximidade e acessibilidade”, “essencial para criar riqueza, ter empresas competitivas, gerar emprego, fixar os jovens e dar-lhes possibilidade de terem os seus projetos profissionais e familiares”.
“Nós vamos continuar a tomar as decisões de que o país precisa para aproximar as pessoas, dinamizar a economia e podermos projetar o futuro com solidariedade entre gerações e regiões”, afirmou o primeiro-ministro.
A estrada vai permitir que “se encurtem distâncias, se ganhe comodidade, se ganhe segurança, que o tecido empresarial da região seja mais dinâmico”, e “para transformar este investimento em qualidade de vida diária e bem-estar”, acrescentou.
No final da cerimónia, o primeiro-ministro assinalou ainda que “está a ser feito o maior investimento de que há memória em infraestruturas, na rodovia, na ferrovia, nos aeroportos e nos portos”, para “habilitar o país a ser mais competitivo” e “dar esperança às pessoas”.
Luís Montenegro afirmou que esta é uma obra “importante do ponto de vista da proximidade e acessibilidade”, “essencial para criar riqueza, ter empresas competitivas, gerar emprego, fixar os jovens e dar-lhes possibilidade de terem os seus projetos profissionais e familiares”.
“Nós vamos continuar a tomar as decisões de que o país precisa para aproximar as pessoas, dinamizar a economia e podermos projetar o futuro com solidariedade entre gerações e regiões”, afirmou o primeiro-ministro.
A estrada vai permitir que “se encurtem distâncias, se ganhe comodidade, se ganhe segurança, que o tecido empresarial da região seja mais dinâmico”, e “para transformar este investimento em qualidade de vida diária e bem-estar”, acrescentou.
No final da cerimónia, o primeiro-ministro assinalou ainda que “está a ser feito o maior investimento de que há memória em infraestruturas, na rodovia, na ferrovia, nos aeroportos e nos portos”, para “habilitar o país a ser mais competitivo” e “dar esperança às pessoas”.
