Governo investe no tratamento de águas e em jardins para combater o calor
Inauguradas duas Estações de Tratamento de Águas Residuais e protocolado o financiamento para novos jardins nas cidades de Évora e Beja

Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, na inauguração da nova ETAR do Ciborro, Montemor-o-Novo, 7 de julho de 2026 (Sara Matos)
A Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, inaugurou esta terça-feira, dia 7 de julho, duas novas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) no Alentejo que irão otimizar o tratamento de águas residuais, assegurar melhores condições de descarga e reforçar a proteção ambiental.
As novas ETAR ficam em Cuba e em Ciborro, Montemor-o-Novo, representam um investimento de 5,7 milhões de euros e vêm substituir as estações anteriores, que contavam com mais de 30 anos, já tinham problemas de funcionamento e frequentes avarias.
Maria da Graça Carvalho disse que as duas obras são "de uma grande importância para as localidades onde se encontram e para a região do Alentejo", permitindo uma "melhoria dos serviços de saneamento de águas".
Melhorar o tratamento das águas residuais
A ETAR de Cuba trata a totalidade das águas residuais domésticas dos quase cinco mil habitantes da vila, produz energia fotovoltaica para autoconsumo (reduzindo em 40% o consumo de eletricidade) e representa um investimento de 3,6 milhões de euros.
A ETAR do Ciborro, Montemor-o-Novo, recebe as águas residuais domésticas dos 900 habitantes da freguesia e custou 2,1 milhões de euros.
A água tem sido uma das prioridades deste Governo, sobretudo nas áreas consideradas em stress hídrico, como o Algarve e o Alentejo. Só na região do Alentejo, os investimentos atingem mais de 580 milhões de euros, contabilizando o financiamento da barragem do Pisão, que está em construção, a dessalinizadora de Sines, que está em concurso, e várias novas estações de tratamento de águas residuais (ETAR), como as agora inauguradas.
Adaptação às alterações climáticas
A Ministra presidiu também às assinaturas de protocolos entre a Agência para o Clima (ApC) e as Câmaras Municipais de Évora e de Beja para financiamento de projetos de espaços verdes. No caso de Évora, o projeto prevê a criação de uma floresta urbana; no caso de Beja, a intervenção vai começar no centro da cidade, estendendo-se nos próximos anos a vários outros locais, até que seja possível ter uma rede de refúgios climáticos num território que atinge temperaturas muito elevadas.
O Ministério do Ambiente e da Energia tem em curso um projeto-piloto para financiar na totalidade projetos verdes que permitam baixar a temperatura nas cidades e oferecer melhor qualidade de vida aos seus habitantes, criando ou reforçando espaços arborizados, requalificando linhas ou espelhos de água, e promovendo a plantação de espécies resilientes.
Os projetos são financiados pelo Fundo Ambiental, gerido pela ApC, e destinam-se a adaptar as populações às alterações climáticas, sobretudo nos espaços urbanos que são propensos à criação de ilhas de calor.
Este projeto-piloto inclui ainda a cidade de Leiria, cujo Jardim Municipal foi destruído pelas tempestades do inverno, bem como São João da Madeira, Vila Real e ainda Guimarães.
As novas ETAR ficam em Cuba e em Ciborro, Montemor-o-Novo, representam um investimento de 5,7 milhões de euros e vêm substituir as estações anteriores, que contavam com mais de 30 anos, já tinham problemas de funcionamento e frequentes avarias.
Maria da Graça Carvalho disse que as duas obras são "de uma grande importância para as localidades onde se encontram e para a região do Alentejo", permitindo uma "melhoria dos serviços de saneamento de águas".
Melhorar o tratamento das águas residuais
A ETAR de Cuba trata a totalidade das águas residuais domésticas dos quase cinco mil habitantes da vila, produz energia fotovoltaica para autoconsumo (reduzindo em 40% o consumo de eletricidade) e representa um investimento de 3,6 milhões de euros.
A ETAR do Ciborro, Montemor-o-Novo, recebe as águas residuais domésticas dos 900 habitantes da freguesia e custou 2,1 milhões de euros.
A água tem sido uma das prioridades deste Governo, sobretudo nas áreas consideradas em stress hídrico, como o Algarve e o Alentejo. Só na região do Alentejo, os investimentos atingem mais de 580 milhões de euros, contabilizando o financiamento da barragem do Pisão, que está em construção, a dessalinizadora de Sines, que está em concurso, e várias novas estações de tratamento de águas residuais (ETAR), como as agora inauguradas.
Adaptação às alterações climáticas
A Ministra presidiu também às assinaturas de protocolos entre a Agência para o Clima (ApC) e as Câmaras Municipais de Évora e de Beja para financiamento de projetos de espaços verdes. No caso de Évora, o projeto prevê a criação de uma floresta urbana; no caso de Beja, a intervenção vai começar no centro da cidade, estendendo-se nos próximos anos a vários outros locais, até que seja possível ter uma rede de refúgios climáticos num território que atinge temperaturas muito elevadas.
O Ministério do Ambiente e da Energia tem em curso um projeto-piloto para financiar na totalidade projetos verdes que permitam baixar a temperatura nas cidades e oferecer melhor qualidade de vida aos seus habitantes, criando ou reforçando espaços arborizados, requalificando linhas ou espelhos de água, e promovendo a plantação de espécies resilientes.
Os projetos são financiados pelo Fundo Ambiental, gerido pela ApC, e destinam-se a adaptar as populações às alterações climáticas, sobretudo nos espaços urbanos que são propensos à criação de ilhas de calor.
Este projeto-piloto inclui ainda a cidade de Leiria, cujo Jardim Municipal foi destruído pelas tempestades do inverno, bem como São João da Madeira, Vila Real e ainda Guimarães.
