Ministro da Agricultura e Mar na campanha do tomate no Cartaxo
José Manuel Fernandes destaca capacidade exportadora, produtividade e inovação como fatores de competitividade
O Ministro da Agricultura e Mar acompanhou na manhã de 13 de agosto, no Cartaxo, a fase inicial da campanha do tomate. José Manuel Fernandes esteve nas instalações da CAMPIL – Agroindustrial do Campo do Tejo em Vale da Pedra e participou numa reunião com representantes da fileira para analisar os principais desafios do setor.
Portugal é atualmente o 5.º maior exportador mundial de tomate para indústria e esta é a principal produção hortoindustrial em solo português. A qualidade é reconhecida e diferenciadora permitindo liderança nos mercados mais exigentes. Na campanha de 2025 ocupou uma área superior a 15 mil hectares e registou uma produção superior a um milhão e 400 mil toneladas.
A produtividade no setor aumentou em 2025 aumentou em 11% face a 2010, passando para uma média de 94,5 toneladas por hectare.
Este aumento de produtividade demonstra a competência dos nossos produtores e que temos uma cultura bem adaptada às condições do solo e do clima.
O Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, destaca este crescimento na produtividade e afirma “O tomate para indústria é uma fileira estratégica para a agricultura e para a economia nacional. Temos uma produção altamente profissionalizada, uma indústria competitiva e uma fortíssima capacidade exportadora. O nosso objetivo é garantir as condições para que esta fileira continue a crescer e a competir nos mercados internacionais.”
O Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, destaca este crescimento na produtividade e afirma “O tomate para indústria é uma fileira estratégica para a agricultura e para a economia nacional. Temos uma produção altamente profissionalizada, uma indústria competitiva e uma fortíssima capacidade exportadora. O nosso objetivo é garantir as condições para que esta fileira continue a crescer e a competir nos mercados internacionais.”
A visita permitiu também abordar os principais desafios que a fileira enfrenta, desde a variabilidade climática e os elevados custos de produção até às exigências crescentes de sustentabilidade e à imposição por parte da UE da retirada de substâncias ativas fundamentais para a proteção das culturas. O Ministro da Agricultura e Mar considera que “não podemos retirar produtos fitofarmacêuticos sem darmos alternativas viáveis. Exige-se que a UE invista fortemente na investigação para que os produtores tenham soluções viáveis para, por exemplo, combater as as infestantes. Acresce que não podemos destruir a nossa indústria e produção para depois aumentarmos as importações com alimentos que usam na sua produção o que precisamente proibimos na UE. A reciprocidade é essencial para uma concorrência leal”.
