Primeiro-Ministro destaca Banco Português de Fomento como instrumento central da competitividade da economia

Luís Montenegro afirmou que Portugal tem hoje melhores condições para investir, inovar e crescer

Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, na abertura das “Conversas com Fomento”, Leiria, 28 maio 2026 (Gonçalo Borges Dias/GPM)

O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, defendeu o Banco Português de Fomento como um instrumento central da competitividade, estabilidade e financiamento da economia portuguesa, destacando o reforço da sua capacidade de apoio às empresas num contexto de recuperação e transformação económica.

Na abertura das “Conversas com Fomento”, em Leiria, Luís Montenegro salientou o aprofundamento da intervenção do Banco Português de Fomento junto das empresas e do investimento.

“O Banco Português de Fomento é hoje um instrumento central da nossa dinâmica económica, da estabilidade económica e financeira e do robustecimento do financiamento da economia”, afirmou.

O Primeiro-Ministro destacou o papel do Banco no apoio à tesouraria das empresas, no estímulo ao investimento e na criação de instrumentos de financiamento em articulação com a banca comercial.

Luís Montenegro sublinhou ainda os resultados do programa “Reforçar”, lançado para responder ao agravamento da instabilidade internacional e das tensões comerciais globais, indicando que o mecanismo já assegurou mais de 7,5 mil milhões de euros de financiamento às empresas portuguesas através de cerca de 41 mil candidaturas.

A recuperação das regiões mais afetadas pelas intempéries foi igualmente apontada como uma prioridade, com o Primeiro-Ministro a destacar que as medidas de apoio às empresas apresentam níveis de execução superiores a 90%.

“O tempo que nós demoramos pode ser o tempo que medeia entre a sobrevivência de um negócio e a preservação de oportunidades”, afirmou, apelando ao Banco Português de Fomento para manter rapidez e eficiência na operacionalização dos instrumentos financeiros.

Na intervenção, o chefe do executivo defendeu ainda políticas orientadas para a competitividade, inovação, simplificação administrativa e valorização do investimento, considerando que Portugal “está no radar dos sítios mais atrativos para investir”.

 

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