Primeiro-Ministro: Reforço do investimento nas Forças Armadas significa mais segurança e desenvolvimento para Portugal
O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, acompanhou uma missão de patrulha do navio NRP Setúbal, no espaço marítimo português

Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, acompanhou uma missão de patrulha do navio NRP Setúbal, Cascais, 12 de agosto 2026 (Gonçalo Borges Dias)
O Primeiro-Ministro embarcou esta quarta-feira no Navio Patrulha Oceânico NRP Setúbal, da Marinha Portuguesa, numa demostração do trabalho que a Marinha realiza no âmbito das suas competências junto à costa.
Destacando a importância e a excelência da Marinha Portuguesa, Luís Montenegro, acompanhado pelo Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, lembrou que a opção de reforço dos incentivos para recrutar e reter recursos humanos nas Forças Armadas “foi uma das primeiras medidas” tomadas pelo Governo que lidera, em 2024. “Acompanhada com o cumprimento dos objetivos e dos compromissos da Lei de Programação Militar”.
“A inclusão em programas com os nossos aliados e, no âmbito da União Europeia, também com os nossos parceiros, significam que podemos dizer aos portugueses que os recursos financeiros que estamos a utilizar vão transformar-se em mais qualidade de vida, mais segurança e, também, na dinamização de muitas atividades económicas”, frisou ainda o Primeiro-Ministro.
“Tivemos a oportunidade de estar num navio que cumpre várias missões, como o reforço de patrulhamento do nosso espaço marítimo, de monitorização de toda a navegação e de proteção dos nossos interesses, do nosso património, das nossas riquezas naturais e da nossa soberania", afirmou Luís Montenegro, acrescentando que estas missões passam muitas vezes “pelo apoio em ações de busca e salvamento e em ações de cooperação com as autoridades com a competência de investigação criminal, nomeadamente ao narcotráfico”.
O Primeiro-Ministro referiu ainda uma outra missão desempenhada pela Marina, em concreto a “proteção de infraestruturas críticas que são absolutamente cruciais, como os cabos submarinos que ligam a Europa ao continente americano, ao continente africano, e são essenciais para gestos tão quotidianos como as transações financeiras, a gestão de comunicações e de assegurarem muito daquilo que no mundo digital são hoje funções normais de todos nós”.
