Reforçada resposta a casos sociais que ocupam hospitais sem necessidade médica
A resposta destinada a pessoas que receberam alta clínica, mas que permanecem internadas nos hospitais vai ser reforçada, anunciou a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, numa audição na Assembleia da República, a 12 de maio.
O objetivo é atingir 400 novas vagas em camas intermédias. Até ao final de maio serão disponibilizadas 110 camas, 65 das quais já estão em funcionamento, que acrescem a outras 540 que já anteriormente estavam contratualizadas.
As respostas em causa, que foram trabalhadas com as instituições sociais, incluem estruturas residenciais para pessoas idosas, apoio domiciliário, teleassistência e unidades intermédias de carácter transitório.
Rosário Palma Ramalho esclareceu que existem atualmente 750 pessoas internadas em hospitais por razões sociais e não médicas, o que cria problemas de lotação nos serviços hospitalares.
A Ministra apontou a importância de distinguir entre internamentos motivados por razões estritamente sociais e situações que exigem a passagem para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.
O objetivo é atingir 400 novas vagas em camas intermédias. Até ao final de maio serão disponibilizadas 110 camas, 65 das quais já estão em funcionamento, que acrescem a outras 540 que já anteriormente estavam contratualizadas.
As respostas em causa, que foram trabalhadas com as instituições sociais, incluem estruturas residenciais para pessoas idosas, apoio domiciliário, teleassistência e unidades intermédias de carácter transitório.
Rosário Palma Ramalho esclareceu que existem atualmente 750 pessoas internadas em hospitais por razões sociais e não médicas, o que cria problemas de lotação nos serviços hospitalares.
A Ministra apontou a importância de distinguir entre internamentos motivados por razões estritamente sociais e situações que exigem a passagem para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.
