Intervenção do Ministro da Defesa Nacional na cerimónia de lançamento do projeto do Campus da Defesa

Este edifício (que até há pouco acolheu o Regimento de Lanceiros) tem, na sua materialidade, uma dimensão simbólica em cujas pregas simultaneamente se oculta e se revela um tempo que passou, um tempo que foi e já não volta. Mas um tempo que não deve ser esquecido. Uma expressão, afinal, da tarefa da História e das produções palpáveis que lhe traçam o rasto: ou, deixem-me que cite Hannah Arendt, "resgatar os feitos humanos à futilidade que vem do esquecimento".

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