Intervenção do Ministro da Defesa Nacional no encerramento da II Feira Internacional de Negócios da Câmara de Cooperação e Desenvolvimento Portugal-China
A capacidade da defesa nacional de se afirmar verdadeiramente como defesa nacional do século XXI parece depender, segundo podemos compreender, de três linhas orientadoras muito significativas: i) por um lado, o estabelecer das prioridades com rigorosa e criteriosa clareza, centrando o investimento nas áreas em que a intervenção das Forças Armadas é mais necessária ou poderá vir a ser mais necessária; ii) por outro lado, o maximizar e o otimizar dos recursos disponíveis, reforçando a sua partilha, onde essa partilha puder ser reforçada, e canalizando-a para a satisfação daquelas mesmas prioridades; iii) finalmente, apostar na eficiência, na modernização e no investimento, obedecendo a critérios de necessidade e de transparência evidentes e sindicáveis, mas também de flexibilidade e de adaptabilidade, com vista a umas Forças Armadas bem treinadas, com capacidade projeção e elevado índice de prontidão.
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