«É absolutamente indispensável manter as capacidades militares das Forças Armadas»

«É absolutamente indispensável manter as capacidades militares das Forças Armadas»

Ministro da Defesa Nacional, 23 novembro 2016

Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, na sessão de abertura do ano letivo no Instituto Universitário Militar, Lisboa, 23 novembro 2016

O Ministro da Defesa Nacional afirmou que é «absolutamente indispensável manter as capacidades militares das Forças Armadas e modernizar os equipamentos disponíveis para corresponder aos compromissos assumidos».

Na sessão de abertura do ano letivo no Instituto Universitário Militar, em Lisboa, José Alberto Azeredo Lopes referiu que está a ser preparado «um levantamento sério das necessidades e uma programação que contemple etapas e uma cronologia», de forma a garantir resultados benéficos apesar do processo complicado e moroso.

Azeredo Lopes disse ainda que o Ministério da Defesa Nacional «não deve estar apenas vocacionado para reagir a crises», realçando a importância de que as Forças Armadas estejam «munidas de forças, meios e organização capazes».

Portugal interventivo na NATO

O Ministro da Defesa Nacional destacou também que Portugal «tem sido mais interventivo [na NATO] e tem participado mais com propostas concretas, procurando assim, tanto a defesa do interesse acional como contribuir para que a NATO consiga cada vez mais, com mais competência, assegurar a defesa e segurança do País».

Azeredo Lopes afirmou a «importância e a visibilidade da posição portuguesa em relação a cada um dos três principais objetivos da Cimeira da NATO», que decorreu em Varsóvia, na Polónia, em julho.
«Portugal, tal como outros Estados-membros a começar pelos EUA, insistiu no ponto de que tratava não de prosseguir com uma escalada mas sim de concluir um processo de adaptação», continuou.

 

Foto: Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, na sessão de abertura do ano letivo no Instituto Universitário Militar, Lisboa, 23 novembro 2016