Governo aposta na integração descentralizada de refugiados

Governo aposta na integração descentralizada de refugiados

Ministro Adjunto, Eduardo Cabrita

Ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, na sessão de abertura do 22.º Fórum de Lisboa, sobre migração e direitos humanos, Lisboa, 24 novembro 2016

O Ministro Adjunto afirmou que a integração de refugiados em Portugal deve ser feita através da cooperação com as autoridades locais e a sociedade civil, de acordo com as características de cada grupo, e que este deve ser um programa nacional.

Na sessão de abertura do 22.º Fórum de Lisboa, sobre migração e direitos humanos, Eduardo Cabrita destacou que já há refugiados a viver em 76 localidades do País e que Portugal não tem campos de refugiados nem vai ter.

O Ministro realçou que Portugal está determinado a apoiar os países que mais refugiados acolheram em 2015 e que o Governo já enviou «propostas de cooperação bilateral» aos executivos alemão, sueco e austríaco.

Eduardo Cabrita referiu ainda o orgulho de Portugal ser um dos poucos Estados europeus em que não há qualquer partido ou deputado a contestar a política de acolhimento. «Há divergências mas não há posições xenófobas», acrescentou.

O Ministro afirmou também que vão ser desenvolvidos dois programas de apoio para menores não-acompanhados e para a comunidade yazidi.