Ministro da Cultura lamenta morte de Mário Ruivo
Ministro da Cultura lamenta morte de Mário Ruivo
O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, lamentou a morte de Mário Ruivo.
Numa nota de pesar, o Ministro sublinha o «homem da ciência e da cultura por quem tinha uma elevada estima e consideração pessoal».
Biólogo formado pela Universidade de Lisboa, Mário Ruivo especializou-se em Oceanografia Biológica e Gestão dos Recursos Vivos na Universidade de Paris.
Cientista e político pioneiro na defesa dos oceanos e no lançamento das temáticas ambientais em Portugal, Mário Ruivo esteve ainda ligado a movimentos antifascistas até abril de 1974.
Mário Ruivo foi presidente da Comissão Oceanográfica Intersectorial do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável e presidente do Comité para a Comissão Oceanográfica Intergovernamental da Unesco.
Entre 1995 e 1998, Mário Ruivo foi coordenador da comissão mundial independente para os oceanos e conselheiro científico da Expo''98.
Mário Ruivo foi ainda Ministro dos Negócios Estrangeiros (1974-1975), Secretário de Estado das Pescas, diretor-geral dos Recursos Aquáticos e Ambiente do Ministério da Agricultura e Pescas (1975-1979) e presidente da Comissão Nacional para o Fundo das Nações Unidas para a Agricultura (1974-1979).
Mário Ruivo recebeu várias distinções, como a Grã-Cruz da Ordem Nacional de Mérito Científico (Brasil), Grã-Cruz da Ordem de Mérito (Portugal), Grande Oficial da Ordem Militar de Santiago de Espada (Portugal) ou Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (Portugal).
