Algarve tem dispositivo de segurança pública reforçado durante o verão
Durante os próximos dois anos haverá investimento em instalações e viaturas das forças de segurança na região

Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, cumprimenta militar da GNR antes da apresentação do dispositivo de segurança pública para o verão no Algarve, Faro, 21 junho 2018 (Foto: Luís Forra/Lusa)
Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, cumprimenta militar da GNR antes da apresentação do dispositivo de segurança pública para o verão no Algarve, Faro, 21 junho 2018 (Foto: Luís Forra/Lusa)
A segurança pública do Algarve vai ter um reforço muito significativo durante o verão com militares da Guarda Nacional Republicana, agentes da Polícia de Segurança Pública e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e funcionários da Autoridade Nacional de Proteção Civil, no âmbito do Algarve Seguro 2018, apresentado pelo Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, em Faro.
Este reforço, que inclui o aumento do número de agentes, de viaturas, equipas cinotécnicas da GNR, e corpo de intervenção da PSP, alarga o patrulhamento misto com as forças se segurança espanholas (Guarda Civil e Polícia) e francesas (Gendarmaria e Polícia).
Com as forças espanholas, o patrulhamento misto realiza-se nas zonas de Quarteira, Altura, Monte Gordo, Aiamonte, Ilha Cristina e Lepe, e com as forças francesas, em Albufeira.
Compromisso para todo o ano
Eduardo Cabrita afirmou, durante a sua intervenção, que o compromisso do Governo para com a segurança pública do Algarve é «para todo o ano».
O Ministro acrescentou que entre 2018 e 2019, haverá um investimento de seis milhões de euros de equipamento, «de Aljezur a Vila Real de Santo António, em quase todos os concelhos do Algarve, em infraestruturas da GNR e da PSP.
A partir de agosto iniciar-se-á um processo de renovação das viaturas de ambas as forças de segurança no Algarve.
Eduardo Cabrita referiu o empenho dos municípios algarvios na segurança pública, destacando que o Algarve é a única região do País «em que há contratos locais de segurança com todos os municípios».
