Comissão Portuguesa de História Militar: é indispensável internacionalização e abertura a civis
Secretária de Estado da Defesa Nacional participou no XXVII Colóquio de História Militar dedicado ao tema «Liberalismo e os Militares em Portugal»

Secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto, no XXVII Colóquio de História Militar, Lisboa, 12 novembro 2018
Secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto, no XXVII Colóquio de História Militar, Lisboa, 12 novembro 2018
«Quero elogiar a perseverança e a dedicação de todos aqueles que, desde a criação da Comissão Portuguesa de História Militar (CPHM), em 1989 têm contribuído para promover e estimular a investigação da história militar em Portugal», afirmou a Secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto, durante a sessão de abertura do XXVII Colóquio de História Militar, no Palácio da Independência, em Lisboa.
Num colóquio dedicado ao tema «Liberalismo e os Militares em Portugal», Ana Santos Pinto destacou a internacionalização e a abertura da CPHM aos meios académicos civis, acrescentando que a mesma permitiu dar «visibilidade internacional à investigação feita em Portugal sobre os temas de história militar que é algo absolutamente indispensável de manter e, se possível, reforçar».
A Secretário de Estado referiu também que «a participação, de pleno direito, de investigadores e académicos» no trabalho da comissão «é algo absolutamente indispensável» e que a realização deste colóquio visa «contribuir para uma melhor análise das circunstâncias que levaram ao surgimento e ao liberalismo em Portugal e as suas implicações na instituição militar».
