Assinatura de contratos PRR para intervenções no Mosteiro da Batalha e no Mosteiro de Alcobaça

A Ministra da Cultura, Graça Fonseca, e a Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira, deslocam-se este sábado, 13 de novembro, aos concelhos da Batalha e de Alcobaça, onde participam nas cerimónias de assinatura dos contratos interadministrativos de cooperação para as intervenções previstas no Mosteiro da Batalha e no Mosteiro de Alcobaça, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). 

Na Batalha, será assinado o contrato entre o Ministério da Cultura, através da Direção Geral do Património Cultural e do Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais, e o Município para a intervenção prevista para o Mosteiro da Batalha, num investimento global de cerca de 1,8 milhão de euros, que inclui a conservação de fachadas, a reabilitação das coberturas da Sala do Capítulo, a instalação de sistema de climatização no auditório, a revisão do sistema elétrico e de equipamentos de segurança, assim como a requalificação do jardim do Claustro, e a instalação de rede wifi. A obra deverá iniciar-se no segundo trimestre de 2023 e estar concluída no final de 2024. 

Em Alcobaça, será assinado o contrato entre o Ministério da Cultura, através da Direção Geral do Património Cultural e do Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais, e o Município para a intervenção prevista para o Mosteiro de Alcobaça, que deverá começar no terceiro trimestre de 2023 e estar terminada no fim de 2024. A intervenção, que conta com um investimento na ordem dos 4,4 milhões de euros, abrange a reabilitação da zona superior do antigo Paço Baçal, a ala norte do cardeal, a requalificação de espaços exteriores, do claustro D. Diniz e do Jardim do Obelisco, e também a reabilitação do auditório e a instalação de rede wifi. 

O Plano de Recuperação e Resiliência compreende uma componente exclusivamente dedicada à Cultura, com um valor global que ascende aos 243 milhões de euros. Deste investimento, 150 milhões de euros destinam-se à valorização, salvaguarda e dinamização do Património Cultural e 93 milhões de euros serão afetos à Transição Digital das Redes Culturais para a modernização tecnológica e digitalização de artes, literatura e património. Estes investimentos vão salvaguardar e valorizar o património cultural e natural, promover o emprego e a atração de novos públicos, fortalecendo as redes no território.