Ministro da Administração Interna saúda os 155 guardas-florestais que concluíram o curso e que amanhã iniciam funções
O Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, saúda os 155 guardas-florestais que concluíram o curso na Escola da Guarda, em Queluz, e que amanhã iniciam funções.
Este foi o primeiro curso de formação de guardas-florestais ministrado desde 2004 e representa o renascimento de uma importante função e que se encontrava em risco de desaparecer.
A Guarda Nacional Republicana, que em 2006 integrou esta especialidade, fica assim ainda mais robustecida na sua capacidade de prevenção e de resposta aos incêndios rurais.
Depois de terem terminado o curso na semana passada, que decorreu ao longo de cerca de seis meses, os novos elementos estão agora prontos para reforçar o Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR e ingressar na carreira de guarda-florestal.
O Ministro da Administração Interna realça o papel determinante que estes novos guardas-florestais terão no quadro do dispositivo de combate a incêndios que está a ser preparado para este ano, e que contará com 11.827 operacionais, apoiados por 2.664 meios terrestres e 60 meios aéreos.
Enquanto polícia ambiental, os guardas-florestais têm como missão fiscalizar e investigar os ilícitos nos domínios florestal, caça e pesca.
Eduardo Cabrita manifesta, em nome do Governo, apreço pela escolha feita por estes 155 homens e mulheres, que abraçaram uma carreira ao serviço de Portugal e dos portugueses.
