Intervenção da Ministra da Cultura na inauguração da exposição «Joan Miró: Signos e Figuração»
«A Coleção Miró, um dos mais importantes acervos da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, tem para mim um significado muito particular.
No dia 24 de outubro de 2018, anunciámos, aqui no Porto, a assinatura dos protocolos relativos a esta emblemática Coleção.
Esse momento tornou possível o dia de hoje, em que inauguramos esta exposição naquela que será a casa regular da Coleção Miró, num trabalho de recuperação e adaptação que tem a marca única do Arquiteto Siza Vieira. Mas permitam-me que fale desse momento – e da Coleção Miró – como símbolo de uma profunda alteração no investimento público em arte
contemporânea.
Como o Senhor Primeiro Ministro referiu nesse outubro de 2018, «investir na cultura é investir nas bases do conhecimento, porque a cultura é essencial ao modelo de desenvolvimento do País».
Concretizando este objetivo, o Governo entendeu que era uma condição fundamental reiniciar uma política pública de aquisição de arte
contemporânea, tarefa que confiou a uma Comissão composta por artistas, curadores e académicos, envolvendo ativamente a comunidade artística na concretização das políticas públicas para a cultura.»
Leia a intervenção na íntegra
