Pousadas da Juventude já acolheram 700 pessoas no âmbito da Covid-19

Recurso fundamental para quem tem estado na linha da frente do combate ou como resposta social imprescindível

Pousada da Juventude

Pousada da Juventude

As Pousadas da Juventude já acolheram cerca de 700 pessoas, em cerca de dois meses, um total de cerca de 10 mil dormidas, num apoio fundamental a quem tem estado na linha da frente do combate à Covid-19, ou numa resposta social imprescindível em tempos de pandemia.

Quando Portugal iniciou o combate à Covid-19, em março, a Movijovem, entidade tutelada pelo Ministério da Educação, através da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, colocou as 42 Pousadas da Juventude, de norte a sul do País, ao serviço da comunidade.

Até ao momento, 16 das 30 selecionadas pelas autoridades competentes para este apoio, acolheram «profissionais de saúde, elementos da proteção civil, pessoas em quarentena ou isolamento profilático, cidadãos em situação de sem-abrigo ou pessoas idosas que foram deslocadas dos lares onde viviam, ou simplesmente famílias que, por algum motivo, precisaram de alojamento», explicou Nuno Chaves, presidente da Movijovem.

A primeira Pousada da Juventude a dar este tipo de resposta foi a de Ovar, quando esteve um mês com cerca sanitária. «Foi o primeiro passo numa estratégia integrada de ajuda, em que a solidariedade de todos os envolvidos foi notável e ilustrou a resiliência do povo português, e, neste caso, dos ovarenses», salientou o responsável pela entidade que gere as Pousadas da Juventude.

«Esta é uma das nossas responsabilidades. Por sermos uma entidade de interesse público e por termos uma presença tão abrangente no território nacional. O nosso compromisso é com o País, por inteiro», concluiu Nuno Chaves.