Ministério das Infraestruturas e da Habitação reforça compromisso com trabalhadores da TAP

O Ministério das Infraestruturas e da Habitação tem acompanhado de perto as reivindicações e os apelos expressos pelos trabalhadores da TAP ao longo dos últimos meses e compreende o momento difícil por que passam todos aqueles que, todos os dias, permitem à companhia operar. 

Porém, é preciso não esquecer que a companhia aérea atravessa ainda aquele que é o momento mais desafiante da sua história. A TAP vive as consequências do ano dramático de 2020, quando o encerramento da empresa foi apenas travado pela injeção de fundos públicos, por parte do Estado português, num valor que vai atingir os 3,2 mil milhões de euros. 

Essa injeção de fundos públicos só foi autorizada pela Comissão Europeia por estar sujeita a um plano de reestruturação exigente, que terminará apenas em 2025. Este plano – que foi aprovado há menos de oito meses - só foi autorizado porque contou com um substancial contributo por parte dos trabalhadores, traduzido na redução do número de efetivos na empresa (um processo já encerrado) e na redução dos salários dos trabalhadores que permaneceram na TAP. O processo de redução de custos laborais na empresa resultou de acordos assinados com 14 organizações representativas dos trabalhadores, que demonstraram enorme sentido de responsabilidade e de compromisso com a recuperação da empresa.
 
Num momento em que o plano de reestruturação está a ser executado com sucesso - mesmo num contexto internacional muito exigente, do ponto de vista económico e operacional-, o Ministério das Infraestruturas e da Habitação conta com o mesmo sentido de responsabilidade e de compromisso por parte dos trabalhadores para transformar a TAP numa empresa rentável e sustentável no futuro.