Intervenção do Ministro da Administração Interna na cerimónia de encerramento das comemorações do 100.º Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos
«Sabemos bem que a administração interna é uma área especialmente difícil, especialmente exigente, e por isso esta condecoração será o testemunho da Liga dos Bombeiros Portugueses a esse esforço daqueles que desempenharam funções antes de mim e que continuam a desempenhar funções neste ministério tão exigente, tão complexo, mas tão importante para a vida do Estado e para o primeiro valor do Estado, que é a segurança.
Quando um cidadão procura uma associação para desenvolver um propósito, fá-lo em primeiro lugar porque tem o espírito de cooperar com os outros, para prosseguir o bem comum: a segurança é o primeiro bem comum do qual resultam todos os outros: o bem-estar e o prestígio da sociedade e o prestígio das instituições.
Portanto, quero agradecer à Liga dos Bombeiros Portugueses. Esta homenagem será transmitida àqueles que me antecederam e àqueles que trabalham comigo e que têm trabalhado com a Liga e mostrado solidariedade com o povo da Ucrânia.
Senhor Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, agradeço-lhe também pelo trabalho tão rigoroso e tão exigente que tem vindo a desenvolver connosco e com os responsáveis de outras tutelas para servirem ainda mais e melhor os bombeiros portugueses.
Como lhe disse, há pouco, vamos construir um caminho de soluções com serenidade, com compreensão. Não se pode é fazer tudo o que os bombeiros portugueses querem que se faça em três meses. Mas, vamos conseguir com tempo, com a ponderação que eu sei que preside na sua liderança. E já alcançámos também alguns objetivos, como aqui foi dito nestes escassos três meses quer na Administração Interna, quer com o Ministério da Saúde, tanto no INEM como com um novo acordo para reforçar os meios de financiamento e de transporte de doentes não urgentes o que constituía, também, uma das principais necessidades dos bombeiros, porque é aí que suportam muitas das necessidades de financiamento das suas atividades.»
Leia a intervenção na íntegra.
