Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares diz que «combate à violência, racismo e xenofobia é prioridade»
Ana Catarina Mendes destacou ainda o alargamento do programa de aprendizagem da língua portuguesa específico para refugiados

Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, numa audição no âmbito da apreciação, na especialidade, do Orçamento do Estado para 2022, Assembleia da República, 10 maio 2022
Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, numa audição no âmbito da apreciação, na especialidade, do Orçamento do Estado para 2022, Assembleia da República, 10 maio 2022
«O combate à violência no desporto é uma prioridade, e é sempre uma luta contínua, mesmo que haja evolução nesse trabalho é sempre possível fazer mais», disse a Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, na audição no Parlamento, no âmbito da discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2022.
A Ministra afirmou que «a violência, o racismo e a xenofobia são transversais» à sociedade, e que o Governo «não descurará essa matéria».
Relativamente aos recentes acontecimentos em matéria desportiva, Ana Catarina Mendes disse que «é preciso condenar manifestações de ódio, racismo, seja no contexto desportivo, seja em que espaço for» e destacou a aposta «na prevenção, na revisão dos modelos de segurança dos recintos, e em campanhas de sensibilização», lembrando que a Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto já está a fazer esse trabalho.
Programa específico para refugiados aprenderem língua portuguesa
Na audição no Parlamento, no âmbito da discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado, a Ministra anunciou o alargamento aos refugiados ucranianos do programa de aprendizagem da língua portuguesa específico para refugiados, particularmente os provenientes da Ucrânia, com o propósito de apoiar a integração na comunidade.
«Estará esta semana para auscultação pelos parceiros sociais, a portaria que alargará aos deslocados da Ucrânia e a outros destinatários o acesso a aulas de português. Esta medida insere-se no importante reforço da aprendizagem da língua portuguesa através de um programa específico para refugiados», disse.
Ana Catarina Mendes afirmou que este programa vai ser «essencial para apoiar os refugiados na integração e autonomia, seja na escola, no mercado de trabalho ou no dia-a-dia».
