Ministra da Justiça dá posse a novos Subdiretores-gerais da DGRSP
Serviços prisionais portugueses foram case study europeu, pela forma como protegeram a saúde dos presos durante os dois anos de pandemia

Ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, na posse do Subdiretores-Gerais da Reinserção e Serviços Prisionais, Lisboa, 1 setembro 2022
Ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, na posse do Subdiretores-Gerais da Reinserção e Serviços Prisionais, Lisboa, 1 setembro 2022
A Ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, deu posse aos três Subdiretores-gerais da Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), Ana Maria Vicente da Silva Horta, João Henriques d’Oliveira Coias e Pedro Gonçalo Lobo Veiga Santos. Com estas nomeações fica completa a equipa diretiva da DGRSP, liderada por Rui Abrunhosa Gonçalves.
Realçando a nobreza da missão de reeducar e reinserir, «fundamental para a defesa da dignidade e reconstrução da liberdade daqueles que, temporariamente, dela foram privados», a Ministra deu nota da confiança que deposita na nova Direção-geral da Reinserção e Serviços Prisionais para o desenvolvimento de programas e respostas estruturadas, seja para quem cumpre pena em meio prisional, seja para os que o fazem inseridos na comunidade, bem como salientou a importância do investimento na formação das pessoas privadas de liberdade, não só com vista à sua capacitação profissional, mas também na esperança de que através dela se cultive e aprofunde o seu convívio com os valores de cidadania.
Catarina Sarmento e Castro deixou ainda uma palavra de apreço e gratidão à antiga equipa dirigente da DGRSP, que permitiu fazer dos serviços prisionais portugueses um case study europeu, pela forma exemplar como protegeu a saúde e segurança dos cidadãos privados de liberdade durante os dois anos de pandemia. «Estou certa de que esse património de empenho e de profissionalismo transita, agora, para a nova equipa dirigente, que sem dúvida saberá honrá-lo e dar-lhe continuidade», afirmou.
Terminou, sublinhando que a recente aprovação, em Conselho de Ministros, do decreto-lei que permitirá instalar telefones fixos nos espaços de alojamento das prisões – como forma de reforçar os contactos dos reclusos com a família e com pessoas com quem mantenham relação pessoal significativa, em condições mais dignas, com mais privacidade e nos horários após o trabalho e a escola dos filhos -, é espelho do trabalho de humanização que tem sido prosseguido pela DGRSP e que conta com todo o apoio do Executivo.
