Ministro da Administração Interna destaca trabalho das forças de segurança na Conferência dos Oceanos das Nações Unidas e no Fórum do Banco Central
«Portugal constituiu um exemplo na forma como organizou» estes dois eventos «num quadro muito complexo»

Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, na conferência de imprensa sobre atuação das Forças de Segurança na Conferência dos Oceanos e Fórum do Banco Central, Lisboa, 4 julho 2022
Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, na conferência de imprensa sobre atuação das Forças de Segurança na Conferência dos Oceanos e Fórum do Banco Central, Lisboa, 4 julho 2022
O Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, destacou o trabalho das forças de segurança na Conferência dos Oceanos das Nações Unidas e no Fórum do Banco Central, que decorreram na semana passada, em Lisboa e Sintra.
Numa conferência de imprensa sobre o balanço da atuação das forças de segurança nestes dois eventos, José Luís Carneiro enalteceu «o espírito de cooperação institucional» e agradeceu aos profissionais das forças e serviços de segurança que participaram nestas operações de segurança.
José Luís Carneiro agradeceu ainda «aos dirigentes do Ministério dos Negócios Estrangeiros pela forma como cooperaram com o Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna». Destacou também o trabalho das forças e os serviços de segurança que, tanto na dimensão preventiva como na dimensão operacional, «deram prova de um elevado sentido de cooperação institucional sob a supervisão e a coordenação do Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna que, mais uma vez, em muito contribuiu para o prestígio do país e para a afirmação de Portugal enquanto grande organizador de eventos internacionais».
Eventos envolveram 2764 agentes e militares
A Conferência dos Oceanos envolveu 2196 polícias dos comandos de Lisboa, Porto, Setúbal e Faro, bem como elementos da Unidade Especial de Polícia.
Os polícias do Corpo de Segurança Pessoal acompanharam 1127 deslocações de entidades estrangeiras, além de se terem realizado, em cinco dias, 13 manifestações.
Por sua vez, a GNR envolveu 568 militares na segurança do Fórum do Banco Central Europeu.
Os dois eventos mobilizaram, assim, efetivos da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública para proteger as instalações onde se realizaram e as deslocações dos mais de 7.000 participantes, além de terem obrigado também a mobilizar efetivos dos serviços de informações e contaram com a participação da Interpol e da Europol.
