Ministro da Cultura visita projetos culturais e artísticos
«Cultura que somos» prossegue com Percurso dedicado à Cultura Urbana a Norte

Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, durante a visita a um dos projetos culturais do primeiro Percurso «Cultura que somos», Lisboa, 20 setembro 2022
Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, durante a visita a um dos projetos culturais do primeiro Percurso «Cultura que somos», Lisboa, 20 setembro 2022
O Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, realiza no próximo dia 18 de outubro mais um Percurso dedicado à «Cultura que somos», com o objetivo de conhecer e dar voz às ações, aspirações e dinâmicas que constituem a realidade cultural portuguesa.
«É fundamental conhecer e dar a conhecer o que se faz na Cultura em Portugal. A função de um Ministro da Cultura é, também, estar próximo e valorizar as dinâmicas culturais que existem no País, na sua diversidade, dando voz ao que se faz, muitas das vezes de forma pouco visível», destacou o Ministro.
Neste segundo Percurso privilegiam-se projetos emergentes, em processo de afirmação, que no contexto de um distrito particularmente jovem contribuem para o surgimento de novas centralidades na criação artística em Portugal.
A iniciativa «Cultura que somos» teve o seu arranque a 20 de setembro de 2021, em Lisboa, numa jornada integralmente consagrada à Cultura Urbana. O mesmo tema leva agora Pedro Adão e Silva a quatro concelhos do norte do País: Famalicão, Braga, Barcelos e Guimarães.
Pensados numa lógica de cobertura territorial, os Percursos do Ministério da Cultura organizam-se segundo um tema mensal, podendo decorrer em dias consecutivos ou alternados. O objetivo é fomentar a proximidade e o diálogo, no terreno, com pessoas e entidades ativas no contexto da cultura e das artes.
A diversidade é um conceito orientador do programa, que contempla agentes culturais, estruturas e criadores de diversas expressões, vocacionados para diferentes públicos.
Esta abrangência, que constitui a riqueza da «Cultura que somos», permite «percecionar tendências e movimentos que estão a fazer o seu caminho, às vezes de forma discreta, mas com relevante impacto na região ou na área em que atuam».
Ao reconhecer a energia transformadora de agentes e artistas, estes percursos são também uma forma de valorizar e incentivar a participação cidadã na dinâmica cultural do País.
De novembro a abril, os temas a abordar serão a Cultura para a inclusão, Desenvolvimento Local, Arte contemporânea em rede, Indústrias Criativas, Comunicação Social Regional e Local e Cineclubes.
