Orçamento do Estado para 2023 permitirá «distribuir a riqueza com maior justiça»
«Vamos manter a trajetória sustentada da redução da dívida», disse o Primeiro-Ministro após a aprovação do OE2023 no Parlamento

Primeiro-Ministro, António Costa, durante o encerramento da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2023 na Assembleia da República, Lisboa, 25 novembro 2022 (foto: Tiago Petinga/ Lusa)
Primeiro-Ministro, António Costa, durante o encerramento da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2023 na Assembleia da República, Lisboa, 25 novembro 2022 (foto: Tiago Petinga/ Lusa)
«É um Orçamento do Estado que responde às necessidades do presente, procurando apoiar as famílias e as empresas, num momento muito duro em que todos estamos a viver com uma altíssima inflação em consequência da guerra que a Rússia desencadeou contra a Ucrânia», disse o Primeiro-Ministro, António Costa, após a aprovação da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2023 em votação final global, na Assembleia da República.
Para o Primeiro-Ministro, este «é também um orçamento focado no futuro, que vai seguir a trajetória de um crescimento sustentável para convergir com os países mais desenvolvidos da União Europeia, para podermos distribuir a riqueza com maior justiça, continuando a aumentar o peso dos salários no conjunto da riqueza nacional e mantendo a nossa trajetória sustentada da redução da dívida e de consolidação das finanças públicas».
«Este orçamento é, por isso, um orçamento de confiança no futuro e em que todos vamos trabalhar para cumprir e continuar a obter os bons resultados que temos alcançado ao longo destes sete anos», concluiu António Costa.
