«Plano de Ação AgIR vai reforçar a qualidade do tratamento das águas»
Ministro do Ambiente e da Ação Climática destaca importância do plano de gestão das águas industriais residuais de Lisboa

Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, intervém durante o lançamento do Plano de Ação para a Gestão das Águas Industriais Residuais da Grande Lisboa e Oeste, Lisboa, 25 maio 2022 (foto: Rodrigo Antunes/Lusa)
Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, intervém durante o lançamento do Plano de Ação para a Gestão das Águas Industriais Residuais da Grande Lisboa e Oeste, Lisboa, 25 maio 2022 (foto: Rodrigo Antunes/Lusa)
O Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, afirmou que o Plano de Ação para a Gestão das Águas Industriais Residuais da Grande Lisboa e Oeste «vai reforçar a qualidade do tratamento das águas».
Após a apresentação do «Plano de Ação AgIR», em Lisboa, Duarte Cordeiro destacou a sua importância e a do trabalho conjunto entre as entidades parceiras, as Águas do Tejo Atlântico e os 23 municípios do sistema multimunicipal de saneamento da Grande Lisboa e Oeste.
«Este plano de ação é muito importante, porque permite resolver um conjunto de problemas que tem existido nos últimos anos e melhorar aquilo que é a qualidade das massas de água. É um trabalho que tem de ser feito em conjunto com a Águas do Tejo Atlântico, com os municípios e as indústrias», disse.
De acordo com o Ministro, as águas tratadas e recicladas são um recurso muito importante e vai ser determinante para o futuro e para o desenvolvimento do País.
«Todo este trabalho vai reforçar a qualidade do tratamento das águas neste território, tendo desde logo um trabalho diretamente com a indústria e com os municípios, e dos municípios com as indústrias, e desta forma prevenir o maior número de problemas que possamos vir a ter», referiu.
Duarte Cordeiro disse também acreditar que este plano passe de projeto-piloto a programa com os recursos necessários para ser generalizado, desta região para outras regiões.
O Plano de Ação para a Gestão das Águas Industriais Residuais da Grande Lisboa e Oeste, apoiado pelo Fundo Ambiental em 4,4 milhões de euros e com a duração de quatro anos, tem como objetivo principal erradicar as afluências indevidas de águas residuais industriais.
