Governo reforça apoio aos bombeiros com aumento de 23% no subsídio dos Postos de Emergência Médica
A partir de 1 de julho, os corpos de bombeiros passarão a beneficiar de um aumento de 23% no subsídio mensal fixo atribuído por cada Posto de Emergência Médica, (PEM), ao serviço do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).
O subsídio mensal fixo por cada PEM passará dos atuais 8.760 euros para 10.800 euros, representando um reforço de 2.040 euros por mês, por cada Posto em funcionamento. Os restantes subsídios previstos nos protocolos estabelecidos com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) serão atualizados de acordo com a inflação.
Os corpos de bombeiros constituem um pilar essencial do Sistema Integrado de Emergência Médica, assegurando cerca de 90% da resposta operacional em emergência médica pré-hospitalar e no socorro às populações. A colaboração entre o INEM e os bombeiros é indispensável para garantir uma cobertura nacional eficaz, assente na proximidade territorial e numa capacidade de resposta permanente e resiliente.
Atualmente, o INEM dispõe de 520 Postos de Emergência Médica em funcionamento, integrados em corpos de bombeiros e também em estruturas da Cruz Vermelha Portuguesa, assegurando uma resposta de proximidade às populações em todo o território nacional.
O aumento da procura dos serviços de emergência médica e a crescente pressão sobre os meios de socorro tornam necessário um reforço continuado do financiamento atribuído aos bombeiros.
Neste contexto, importa salientar que o atual Governo tem promovido uma valorização progressiva dos apoios. Em 2024, o subsídio mensal fixo atribuído a cada Posto de Emergência Médica era de 6.690 euros, tendo sido atualizado para 8.760 euros em 2025, o que representou um aumento superior a 31%. Com a atualização agora anunciada para 10.800 euros mensais, o reforço acumulado nestes dois anos de Governo ultrapassa os 54%.
O Governo reafirma o seu compromisso com a valorização dos bombeiros portugueses, reconhecendo o seu contributo enquanto parceiros estratégicos do Serviço Nacional de Saúde e agentes fundamentais de coesão territorial, garantindo melhores condições para que continuem a prestar um serviço de excelência às populações.
