Projeto Inclusus distinguido com o Prémio de Melhor Projeto Inclusivo do Prémio Nacional de Enoturismo APENO 2026
• Parceria entre o Estabelecimento Prisional de Leiria – Jovens e a AdegaMãe iniciada em 2018, na área da viticultura e da produção de vinho
• Projeto promove a valorização humana, a aquisição de competências profissionais e a criação de oportunidades concretas de reinserção social
• Distinção atribuída pela APENO na Gala do Prémio Nacional de Enoturismo, realizada a 29 de maio de 2026, com alto patrocínio da Presidência da República
Projeto de reinserção que transforma competências em oportunidades reais
O Projeto Inclusus foi distinguido pela Associação Portuguesa de Enoturismo (APENO) com o Prémio de Melhor Projeto Inclusivo, na edição 2026 do Prémio Nacional de Enoturismo. A distinção foi entregue em gala realizada a 29 de maio de 2026, na Quinta Condes de Valadares, em Loures, com alto patrocínio da Presidência da República.
O projeto resulta de uma parceria iniciada em 2018 entre o Estabelecimento Prisional de Leiria – Jovens (EPLJ) e a AdegaMãe, produtor vitivinícola de Torres Vedras. Assente nos 6 hectares de vinha da Quinta Lagar D’El Rei – propriedade integrada no perímetro do EPLJ – o Inclusus envolve anualmente entre 20 a 30 jovens reclusos em todas as fases do processo: da viticultura e da vindima ao acompanhamento da vinificação nas instalações da AdegaMãe, em Torres Vedras. Os jovens são remunerados pelo trabalho realizado.
Para lá do lançamento da marca de Vinhos Inclusus – nas variedades tinto e branco, disponíveis no mercado – o projeto distingue-se pela centralidade que confere à valorização humana: dota os jovens de competências profissionais certificadas na área da vitivinicultura, cria trabalho remunerado no interior do estabelecimento prisional e gera oportunidades concretas de reinserção social após a libertação.
“Este prémio reconhece o que já conhecemos de perto: o Projeto Inclusus é um exemplo de como o sistema prisional pode ser um espaço de transformação real. Não apenas de cumprimento de pena, mas de construção de um futuro diferente. Parabéns aos jovens do EPLJ, à equipa do estabelecimento e à AdegaMãe, que ao longo de quase uma década tornaram possível este projeto único.”
Rita Alarcão Júdice – Ministra da Justiça
• Projeto promove a valorização humana, a aquisição de competências profissionais e a criação de oportunidades concretas de reinserção social
• Distinção atribuída pela APENO na Gala do Prémio Nacional de Enoturismo, realizada a 29 de maio de 2026, com alto patrocínio da Presidência da República
Projeto de reinserção que transforma competências em oportunidades reais
O Projeto Inclusus foi distinguido pela Associação Portuguesa de Enoturismo (APENO) com o Prémio de Melhor Projeto Inclusivo, na edição 2026 do Prémio Nacional de Enoturismo. A distinção foi entregue em gala realizada a 29 de maio de 2026, na Quinta Condes de Valadares, em Loures, com alto patrocínio da Presidência da República.
O projeto resulta de uma parceria iniciada em 2018 entre o Estabelecimento Prisional de Leiria – Jovens (EPLJ) e a AdegaMãe, produtor vitivinícola de Torres Vedras. Assente nos 6 hectares de vinha da Quinta Lagar D’El Rei – propriedade integrada no perímetro do EPLJ – o Inclusus envolve anualmente entre 20 a 30 jovens reclusos em todas as fases do processo: da viticultura e da vindima ao acompanhamento da vinificação nas instalações da AdegaMãe, em Torres Vedras. Os jovens são remunerados pelo trabalho realizado.
Para lá do lançamento da marca de Vinhos Inclusus – nas variedades tinto e branco, disponíveis no mercado – o projeto distingue-se pela centralidade que confere à valorização humana: dota os jovens de competências profissionais certificadas na área da vitivinicultura, cria trabalho remunerado no interior do estabelecimento prisional e gera oportunidades concretas de reinserção social após a libertação.
“Este prémio reconhece o que já conhecemos de perto: o Projeto Inclusus é um exemplo de como o sistema prisional pode ser um espaço de transformação real. Não apenas de cumprimento de pena, mas de construção de um futuro diferente. Parabéns aos jovens do EPLJ, à equipa do estabelecimento e à AdegaMãe, que ao longo de quase uma década tornaram possível este projeto único.”
Rita Alarcão Júdice – Ministra da Justiça