Intervenção do Ministro dos Assuntos Parlamentares no encerramento da interpelação ao Governo sobre o Plano de Emergência e Transformação da Saúde
O Serviço Nacional de Saúde atravessa uma pressão real, profunda e acumulada. Envelhecimento demográfico, mais doença crónica, maior procura, maior complexidade clínica, maior exigência dos cidadãos, escassez internacional de profissionais e efeitos acumulados de anos de respostas adiadas. Estes problemas existem. Seria intelectualmente desonesto escondê-los. Mas seria igualmente irresponsável ignorar o que já está a mudar.
Hoje, com este Governo, o SNS faz mais.
Mais consultas médicas, mais consultas de enfermagem, mais consultas hospitalares. A cirurgia programada no valor mais elevado de sempre.
Nos cuidados de saúde primários, há mais utentes inscritos, mas também aumentou o número de utentes com médico de família.
Nas urgências, a mudança começa a mostrar resultados. O tempo médio de espera entre a triagem e a primeira observação desceu.
A Linha SNS 24 tornou-se uma infraestrutura crítica de acesso.
O que representa uma mudança silenciosa, mas profunda. Porque o acesso ao SNS começa antes da porta da urgência.
Também na emergência médica há investimento, contratação e modernização.
Leia a intervenção na íntegra