Agência para a Investigação e Inovação inicia novo ciclo na ciência e inovação
O Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida e o Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, deram posse ao primeiro Conselho de Administração da Agência para a Investigação e Inovação, E.P.E. (AI2), no dia 4 de maio, numa cerimónia no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, que marcou o início de um novo ciclo da política pública de ciência e inovação.
“A AI² nasce para aprofundar a integração entre universidades, centros de investigação, empresas e mercados, assegurando que o investimento público em ciência contribui de forma efetiva para o desenvolvimento económico, a criação de riqueza e a prosperidade coletiva”, afirmou Manuel Castro Almeida, defendendo uma “relação profunda, contínua e eficaz” entre conhecimento científico e economia real e apontando como principais indicadores de resultado o aumento de empresas emergentes, patentes, emprego científico, investimento em inovação e competitividade das empresas.
“O Conselho de Administração terá autonomia reforçada para executar o contrato-programa, a execução deste será monitorizada, com métricas definidas para o efeito, e prestará contas anualmente e no final do seu mandato pela sua execução. Ou seja, teremos uma Agência com autonomia reforçada para executar um programa e não para definir prioridades”, afirmou Fernando Alexandre, sublinhando a importância de proporcionar um enquadramento institucional que favoreça o investimento em ciência e inovação, com mais previsibilidade e com mais impacto, permitindo devolver à sociedade os resultados desse investimento.
A AI² resultou da fusão da Fundação para a Ciência e a Tecnologia com a Agência Nacional de Inovação, no quadro da reorganização do sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação. Entre as prioridades apontadas estão o reforço da transferência de tecnologia, o apoio a projetos com potencial de mercado, a promoção de empresas emergentes de base científica, a incorporação de doutorados nas empresas e o estímulo à inovação empresarial. A AI² terá um orçamento plurianual, para um período de 5 anos.
A cerimónia contou ainda com a presença do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, do Secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, da Secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, e da Secretária de Estado do Ensino Superior, Cláudia Sarrico.
“A AI² nasce para aprofundar a integração entre universidades, centros de investigação, empresas e mercados, assegurando que o investimento público em ciência contribui de forma efetiva para o desenvolvimento económico, a criação de riqueza e a prosperidade coletiva”, afirmou Manuel Castro Almeida, defendendo uma “relação profunda, contínua e eficaz” entre conhecimento científico e economia real e apontando como principais indicadores de resultado o aumento de empresas emergentes, patentes, emprego científico, investimento em inovação e competitividade das empresas.
“O Conselho de Administração terá autonomia reforçada para executar o contrato-programa, a execução deste será monitorizada, com métricas definidas para o efeito, e prestará contas anualmente e no final do seu mandato pela sua execução. Ou seja, teremos uma Agência com autonomia reforçada para executar um programa e não para definir prioridades”, afirmou Fernando Alexandre, sublinhando a importância de proporcionar um enquadramento institucional que favoreça o investimento em ciência e inovação, com mais previsibilidade e com mais impacto, permitindo devolver à sociedade os resultados desse investimento.
A AI² resultou da fusão da Fundação para a Ciência e a Tecnologia com a Agência Nacional de Inovação, no quadro da reorganização do sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação. Entre as prioridades apontadas estão o reforço da transferência de tecnologia, o apoio a projetos com potencial de mercado, a promoção de empresas emergentes de base científica, a incorporação de doutorados nas empresas e o estímulo à inovação empresarial. A AI² terá um orçamento plurianual, para um período de 5 anos.
A cerimónia contou ainda com a presença do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, do Secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, da Secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, e da Secretária de Estado do Ensino Superior, Cláudia Sarrico.
