Primeiro-Ministro defende reforço da Política de Coesão e da Política Agrícola Comum
Portugal subscreve carta conjunta de vários Estados-membros sobre as prioridades para o próximo orçamento da União Europeia

Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, defende reforço da Política de Coesão e da Política Agrícola Comum e na valorização das regiões ultraperiféricas (Gonçalo Borges Dias)
O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, defendeu que o próximo orçamento da União Europeia deve assegurar uma aposta forte na Política de Coesão, na Política Agrícola Comum e na valorização das regiões ultraperiféricas.
A posição foi subscrita por mais 16 Estados-membros, através de uma carta conjunta que apela a uma Europa “mais forte, mais coesa, mais próspera e mais unida”, afirmou o governante.
“O debate sobre o próximo orçamento da União não é um exercício contabilístico. É o espelho da nossa ambição para a Europa e a tradução das nossas escolhas políticas”, acrescentou Luís Montenegro, que considera estas áreas uma prioridade para o país e para as gerações futuras.
O debate sobre o próximo orçamento da União não é um exercício contabilístico. É o espelho da nossa ambição para a Europa e a tradução das nossas escolhas políticas. Para Portugal a defesa da Política de Coesão e da Política Agrícola Comum é, a par da valorização das regiões ultraperiféricas, uma prioridade absoluta. Subscrevemos por isso, juntamente com outros 16 Estados-membros, uma carta conjunta em que apelamos a uma Europa mais forte, mais coesa, mais próspera e mais unida. Por nós e pelas gerações futuras.
— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) October 3, 2026
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