Primeiro-Ministro destaca interior como motor de crescimento e criação de valor
Luís Montenegro aponta valorização dos recursos como chave para o desenvolvimento do país

Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, na abertura do 13.º Festival do Vinho do Douro Superior, Vila Nova de Foz Côa, 22 maio 2026 (Gonçalo Borges Dias/GPM)
Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, na abertura do 13.º Festival do Vinho do Douro Superior, Vila Nova de Foz Côa, 22 maio 2026 (Gonçalo Borges Dias/GPM)
O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, afirmou que o crescimento do país depende da capacidade de transformar recursos em valor, defendendo um modelo assente na qualificação, na inovação e na ligação à economia.
Na abertura do 13.º Festival do Vinho do Douro Superior, em Vila Nova de Foz Côa, o Primeiro-Ministro apontou o Douro como exemplo desse modelo, sublinhando que a produção agrícola, quando associada ao turismo, à cultura e à identidade do território, permite gerar maior valor e competir nos mercados internacionais.
Luís Montenegro considerou que o vinho representa “muito mais” do que um produto agrícola, pela capacidade de gerar emprego, atrair investimento, dinamizar o turismo e fixar população no território.
O Primeiro-Ministro sublinhou ainda que o Douro é “o ex-libris do turismo em Portugal e na Europa” e uma região onde se cruzam produção agrícola, inovação, património e atividade económica.
“O Douro precisa dos pequenos, dos médios e dos grandes. O Douro precisa de todos. Nós precisamos de todos”, afirmou, defendendo uma estratégia de cooperação entre produtores, cooperativas e empresas do setor.
O Primeiro-Ministro defendeu políticas públicas orientadas para a valorização do setor primário, da agricultura e da floresta, apontando o investimento em inovação tecnológica, a gestão eficiente da água e a simplificação administrativa como prioridades para aumentar a competitividade.
Para esse crescimento, defendeu a criação de condições para investir, inovar e crescer, nomeadamente através da redução da burocracia, de um quadro fiscal mais competitivo e de um ambiente que favoreça as empresas.
O Chefe do Executivo considerou que o Douro demonstra o potencial do interior para liderar processos de crescimento, quando há investimento, articulação entre setores e valorização dos recursos locais.
Na abertura do 13.º Festival do Vinho do Douro Superior, em Vila Nova de Foz Côa, o Primeiro-Ministro apontou o Douro como exemplo desse modelo, sublinhando que a produção agrícola, quando associada ao turismo, à cultura e à identidade do território, permite gerar maior valor e competir nos mercados internacionais.
Luís Montenegro considerou que o vinho representa “muito mais” do que um produto agrícola, pela capacidade de gerar emprego, atrair investimento, dinamizar o turismo e fixar população no território.
O Primeiro-Ministro sublinhou ainda que o Douro é “o ex-libris do turismo em Portugal e na Europa” e uma região onde se cruzam produção agrícola, inovação, património e atividade económica.
“O Douro precisa dos pequenos, dos médios e dos grandes. O Douro precisa de todos. Nós precisamos de todos”, afirmou, defendendo uma estratégia de cooperação entre produtores, cooperativas e empresas do setor.
O Primeiro-Ministro defendeu políticas públicas orientadas para a valorização do setor primário, da agricultura e da floresta, apontando o investimento em inovação tecnológica, a gestão eficiente da água e a simplificação administrativa como prioridades para aumentar a competitividade.
Para esse crescimento, defendeu a criação de condições para investir, inovar e crescer, nomeadamente através da redução da burocracia, de um quadro fiscal mais competitivo e de um ambiente que favoreça as empresas.
O Chefe do Executivo considerou que o Douro demonstra o potencial do interior para liderar processos de crescimento, quando há investimento, articulação entre setores e valorização dos recursos locais.