PTRR terá agência dedicada e modelo de execução com avaliação contínua
O programa Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) será executado através de um modelo de governação dedicado, com coordenação centralizada e mecanismos de monitorização e avaliação contínua ao longo do período de implementação, até 2034.
Para assegurar a execução das 96 medidas previstas, distribuídas por 15 domínios, o Governo irá criar uma estrutura específica responsável pela coordenação, acompanhamento e eventual reprogramação do plano.
Este modelo permitirá ajustar as medidas à evolução da realidade, garantindo maior flexibilidade e eficácia na aplicação dos recursos, num contexto marcado por riscos e desafios em constante transformação.
O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, sublinhou que o plano “não é um programa fechado”, destacando a capacidade de adaptação como um dos seus elementos centrais.
O PTRR resulta de um processo de auscultação alargado, que envolveu mais de 900 contributos de entidades públicas, privadas e cidadãos, refletindo uma abordagem de mobilização nacional.
“Este não é um plano do Governo, é um plano nacional, é um plano de todos”, afirmou o Primeiro-Ministro, defendendo uma execução partilhada e articulada entre diferentes níveis da administração e setores da sociedade.
O objetivo é assegurar uma implementação rigorosa, transparente e orientada para resultados, reforçando a capacidade do país para responder a crises e antecipar riscos futuros.
Para assegurar a execução das 96 medidas previstas, distribuídas por 15 domínios, o Governo irá criar uma estrutura específica responsável pela coordenação, acompanhamento e eventual reprogramação do plano.
Este modelo permitirá ajustar as medidas à evolução da realidade, garantindo maior flexibilidade e eficácia na aplicação dos recursos, num contexto marcado por riscos e desafios em constante transformação.
O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, sublinhou que o plano “não é um programa fechado”, destacando a capacidade de adaptação como um dos seus elementos centrais.
O PTRR resulta de um processo de auscultação alargado, que envolveu mais de 900 contributos de entidades públicas, privadas e cidadãos, refletindo uma abordagem de mobilização nacional.
“Este não é um plano do Governo, é um plano nacional, é um plano de todos”, afirmou o Primeiro-Ministro, defendendo uma execução partilhada e articulada entre diferentes níveis da administração e setores da sociedade.
O objetivo é assegurar uma implementação rigorosa, transparente e orientada para resultados, reforçando a capacidade do país para responder a crises e antecipar riscos futuros.
